#2295

Neste momento em que escrevo estou num edifício de salas amplas, pé-direito de quase quatro metros, janelas escancaradas para o Chiado, está calor ainda. Da cidade calma que Lisboa era vem agora um som demasiado contínuo, constante, de vozes de várias línguas, de carros, sirenes também – tantas agora! – de buzinas, autocarros, eléctricos, tuc-tucs (!!!!), motos, cantores de rua, músicos e obras. Um bruaá infindável e sem descanso, que nem à noite pára.

Guta Moura Guedes, revista do semanário Expresso

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