#2237

O meu pai era um homem grande,

mas uma mulher pequena. Andreia C. Faria

Andreia C. Faria nasceu em 1984, mas já causou suficiente impressão para justificar um volume de poemas reunidos. […] Crónicas familiares tristes e agrestes, os poemas [de Andreia C. Faria] vivem entre gados, urzes e uma benigna promiscuidade de clã, como as roupas de um primo usadas por uma prima. Inteiramente natural e inteiramente enigmático, esse universo desencadeia fortes sentimentos contraditórios, com tangentes ao divino. […] Alguns poemas descrevem situações de intensidade em parques e jardins, com pavões e magnólias, em casas abandonadas, ou em cinemas à noite, numa tentativa de ‘ampliar fenómenos’, como se escreve num dos poemas até agora inéditos; mas não há intensidade como a intensidade do corpo.

Pedro Mexia, revista do semanário Expresso

resposta

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google photo

You are commenting using your Google account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s