#2216

Para mim, Van Gogh era um génio torturado, tão louco que cortou a própria orelha, mas ao mesmo tempo tão lúcido que escreveu coisas belíssimas. Grande parte da sua doença era um problema de conciliação entre a sua visão e o seu modo de vida com competências sociais básicas e com questões de carreira. Essa tensão não era demência, era depressão, era luta… […] Van Gogh meditou muito sobre a figura de Cristo com quem se sentia ligado pela dor, pelo sofrimento. Van Gogh não tinha medo do sofrimento, aceitava-o como parte da vida.

Willem Dafoe, actor, revista do jornal Expresso

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